Naquela noite monótona da minha vida então banal
A madrugada me banhava com o seio da lua
E a solidão me arrebatava ao som do sarau
De músicas vadias e de uma moral nua.
Mas eis que me surge um livro pungente
E na solidão da noite me deito em suas linhas
E me sacio com as palavras que me tocam a mente
De maneira tal que meus passos ele advinha.
Advinha este livro de um tempo vindouro
Tempo de fartura e muitos ventos bons...
Ventos de renovação, sorte, a era de ouro
Onde a música da vida me soa outros tons.
Eu lia aquele livro voraz e ansiosamente
E lia sabendo que era algo de muita valia
Pois lia e percebia que tudo passava a ser diferente
Quando suas páginas eu, simplesmente, Lia.
sábado, 13 de agosto de 2011
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