Não vivo neste mundo contemporâneo.
Não sofro igualmente para quem mente
Existo, pois sou funcional momentâneo
Mas afasto-me dos comuns proeminentes.
Decadentes, medíocres, só bajulam a arte
Com valores imbecis de humanos, somente...
E se fazem igualar aos imaturos, à parte,
E se auto-destroem contente, não consciente.
Cadeia ou casulo? Não sei o que me prende...
Sei que me afirmo com profunda certeza
E me convenço de que sou o inconsciente.
Para quê me impõem as leis inexistentes
Se tive o desprazer de nascer nesta natureza
E se não pertenço a essa sociedade subseqüente?

Um comentário:
Gostei da poesia; dos valores do consciente e do inconsciente nela abordados. Muito bom.
Abraços.
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