Em minha solidão suprema
Solidifico o meu saudosismo
Perante saudações solenes
Semeando singelos simbolismos.
Sussurrando sonhos e sandices
Vou suando meu suor em lágrimas decentes
Recriando a vida em semblantes recentes
E recortando olhares de minhas crendices.
Como uma noitada vai decendo
Sem ao menos pedir licença
Para a maldade que vai colhendo
O teu sorriso em indiferênças?
sábado, 27 de dezembro de 2008
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2 comentários:
Tu tens uma habilidade incrível para criar belos poemas... sinceramente. Fico espantado com a sua rica mente poética.
Belo poema.
Ah, obrigado por visitar também meu outro blog. É ali que eu escrevo sobre os livros que leio, e sobre outras coisas também. Atualizo de vez em quando. :)
Abração, Khalil!
Não sou muito de sair por aí lendo blogs, mas acabei parando aqui, e lendo essa poesia.
Essa tá legal, gostei ;D
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