Em cima do muro me vejo
Gaguejo quando o frio vento me espeta
Traço diversos planos e metas
Mas, como de costume, pestanejo.
Me vejo em cima do muro
Esmurro a parede por conseguinte
Minha voz esboça num sussurro
A dor do meu requinte.
Sempre no muro em cima
Fico quando algo me é pedido
Não me falta clima
Para desiludir o amor perdido.
E quando não mais me resta opção
Corro covardemente contra o tempo
E me esquivo da obstinação
Me dedicando a um passatempo.
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
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